Sobre nós

A História da Pink Pay

Por Marcelo Gariba, CEO e fundador. Uma fintech criada em 2018 por quem sentiu na pele as dificuldades de empreender — e que, em 2026, celebra 8 anos de existência.

2018Ano de fundação
8 anosDe existência em 2026
3 sóciosMarcelo, Renato e Cesar

No início, gostaria de agradecer pela sua atenção e presença para conhecer um pouco mais sobre a Pink Pay. Se você já é nosso cliente, é uma honra tê-lo conosco. Se ainda não é, abra sua Conta Digital ou a Conta Digital da sua empresa, solicite um plano personalizado para você e/ou seu negócio, e tenha uma jornada diferenciada conosco. Garanto que você será tratado como gostaríamos de ser tratados.

Gostaria também de me apresentar. Meu nome é Marcelo Gariba, sou CEO e fundador da Pink Pay. Sou formado em Direito e Administração de Empresas, com pós-graduação em Direito Tributário. Sou casado, tenho dois lindos filhos e uma esposa parceira, guerreira e maravilhosa, que sempre me apoiou em todos os sonhos.

A Pink Pay foi criada em 2018, fruto de algumas dificuldades que enfrentei como empresário. A primeira era a necessidade de ter uma maquininha de cartão e antecipar as vendas realizadas nela: as taxas eram muito altas, inviabilizando o negócio. O segundo obstáculo era a manutenção da maquininha — eu havia comprado a máquina e, quando ela apresentava problemas, tinha que enviá-la pelo correio e aguardar mais de 30 dias pela devolução. Qual empresário ou profissional liberal consegue ficar um dia sequer sem uma máquina de cartão hoje em dia? Pois é, esses problemas tornaram-se soluções.

“Dividir para Imperar!”
O lema que levou Marcelo a convidar os amigos, Renato e Cesar, para dividir o sonho.

Mas como estruturar a fintech? Qual o nome? Como ter uma máquina de cartão? Como oferecer uma carteira digital completa? A gente nem sabia como começar. A vontade era enorme, e a chama cresceu com pesquisas de mercado e estudos. Como cristão, fico muito atento aos detalhes e sinais em todos os aspectos da vida. Até que, numa noite de segunda-feira, a caminho do futebol com os amigos, liguei para o Renato e disse: “Pink Pay!”. Ele estava em um jantar e respondeu: “Você é maluco, o que é Pink Pay?”. Eu disse: “Nossa nova empresa, que vai mudar nossas vidas!”. Renato riu baixo e disse: “Se você está falando, conte comigo, estou dentro!”. Cheguei ao futebol e, de repente, ouvi de alguém que estava migrando de empresa para ajudar a espalhar maquininhas de cartão em Ribeirão Preto e região. Quem era? Nosso sócio Cesar. Começamos a conversar e ali, naquela noite, plantamos a semente do nosso grande sonho.

A Pink Pay estava formada: eu, Renato e Cesar. A partir daí, demos início à parte burocrática — abertura da empresa, contabilidade, criação da logomarca, desenvolvimento do site, busca por parceiros de tecnologia. Foi um momento angustiante, de muito trabalho, sem ver resultados imediatos. Porém, depois de muita luta, no dia 1º de junho de 2018 conseguimos credenciar a primeira empresa, uma loja de autopeças em Ribeirão Preto. Alugamos uma sala comercial de 30 m² e, com mochilas nas costas, os três sócios batiam de porta em porta, comércio por comércio. Ali, na dificuldade do dia a dia, desenvolvemos na marra o nosso principal diferencial: o atendimento humanizado.

Os clientes de bancos e de maquininhas eram — e ainda são — muito mal tratados pelo mercado, considerados apenas números e metas. Nós enxergamos isso. Não somos um banco tradicional, somos um facilitador de pagamentos, uma fintech que chegou para ajudar, somar e realmente facilitar a vida de quem precisa vender e gerir seu negócio. Quantas vezes sentamos com pessoas que tinham dificuldade para acessar a conta digital, ajudamos a configurar as máquinas, deixamos nossos celulares pessoais ligados 24 horas por dia. Quantas vezes saímos à noite, de madrugada, para socorrer restaurantes, bares, pizzarias, carrinhos de cachorro-quente e food trucks. Um banco tradicional jamais fez e fará isso por você.

Nossos primeiros três anos foram desafiadores, com muito investimento físico, mental e financeiro. Foi uma fase de puro plantio, natural em um dos mercados de adquirência mais competitivos do país. Quantas vezes ouvimos nas ruas que éramos loucos, que não conseguiríamos competir com grandes bancos. Mantivemos a firmeza e acreditamos no nosso sonho. Fomos inteligentes e diversificamos: hoje temos produtos além dos financeiros, incluindo cuidado e bem-estar para toda a família. Somente uma fintech consegue implementar produtos assim com tanta velocidade e penetração.

O sucesso da Pink Pay surgiu da conexão entre empresa, clientes e colaboradores. Nossos colaboradores são nossa família; estamos aqui por eles e com eles. A cultura do atendimento humanizado e de tratar o outro como gostaríamos de ser tratados é inegociável. Aproveito para mencionar a nossa gerente Thamires, a primeira pessoa a acreditar no sonho e fazer parte do time. Enfermeira de formação, decidiu dar uma chance e hoje é nossa cabeça no escritório.

Construir algo grandioso, que impactasse a vida de tantas pessoas e pudesse realmente ajudar a comunidade, sempre foi nosso maior sonho. Hoje conseguimos fazer diferença na vida de muitas pessoas que caminham conosco, ajudamos e participamos de projetos sociais. A empresa existe para cuidar da vida de todos que estão conectados a ela, seja como sócio, colaborador, cliente ou membro da comunidade.

Em 2026, estamos completando 8 anos de existência, com muitas novidades, uma marca renovada e um posicionamento cada vez mais forte na sociedade e no mercado.

Muito obrigado por nos acompanhar! E aí, prontos para uma Pink Parceria? 😉

“Quando olhamos para o sol, todas as sombras ficam para trás.”
Lema que norteia a empresa nos dias mais difíceis, mantendo todos focados em resolver os problemas, atender bem os clientes e focar apenas no que alavanca a operação.
Equipe Pink Pay no início da operação, em Ribeirão Preto
Nossa equipe no início da operação.
Linha do tempo

Oito anos construídos passo a passo.

  1. 2018

    A ideia nasce de um problema real

    Taxas altas e maquininhas paradas por mais de 30 dias em manutenção. O problema virou solução: uma fintech feita por quem estava do outro lado do balcão.

  2. 2018

    Três sócios, um sonho

    Marcelo convida Renato — “Pink Pay!” — e, na mesma noite, encontra Cesar. Ali a semente da empresa foi plantada.

  3. 1º de junho de 2018

    O primeiro cliente credenciado

    Uma loja de autopeças em Ribeirão Preto. Sala comercial de 30 m², mochilas nas costas e porta em porta, comércio por comércio.

  4. 2018 — 2021

    Os três primeiros anos de plantio

    Muito investimento físico, mental e financeiro em um dos mercados mais competitivos do país. Diziam que não sobreviveríamos aos grandes bancos. Seguimos firmes.

  5. Hoje

    Muito além do financeiro

    Diversificamos com produtos de cuidado e bem-estar para toda a família — algo que só uma fintech consegue implementar com essa velocidade.

  6. 2026

    8 anos de existência

    Chegamos a 2026 completando 8 anos, com muitas novidades, marca renovada e um posicionamento cada vez mais próximo de quem empreende no Brasil real.

O que nos move

Grande tecnologia. Atendimento de gente.

Atendimento humanizado

Desenvolvido na marra, no dia a dia da rua. É o nosso principal diferencial e é inegociável.

Colaboradores são família

O sucesso da Pink Pay nasce da conexão entre empresa, clientes e colaboradores que sonham juntos.

Facilitador, não banco

Não somos um banco tradicional. Somos uma empresa de meios de pagamentos que chegou para ajudar, somar e facilitar a vida de quem vende.

A escolha certa é fechar uma Pink Parceria agora!

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